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Acordo deve liberar acesso de veículos de turismo no Parque Nacional do Iguaçu

Acordo deve liberar acesso de veículos de turismo no Parque Nacional do Iguaçu

Em uma audiência pública realizada na tarde desta quinta-feira (30), Justiça Federal, Ministério Público Federal, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e entidades do trade turístico local chegaram a um acordo que permite a entrada temporária de táxis, vans e ônibus de turismo no Parque Nacional do Iguaçu (PNI). Fica suspensa, assim, a liminar que restringiu o acesso em 1º de agosto.

O acordo, que tem validade de seis meses, também prevê a revisão do capítulo do Plano de Manejo do Parque que trata do acesso de veículos. Ficou estabelecido que o ICMBio terá um prazo de seis meses para revisão e reelaboração do capítulo.

“O acordo é positivo e demonstra maturidade de todas as instituições envolvidas”, avaliou o superintendente de Comunicação Social da Itaipu e presidente do Fundo Iguaçu. “Cada um cedeu um pouco para que pudéssemos chegar a esse acordo, que é bom para a preservação do Parque, para os trabalhadores do turismo e, também, para os turistas”.

Nesta sexta-feira (31), será preparada uma minuta que vai determinar como serão os procedimentos e acessos ao PNI até a revisão deste ponto do Plano de Manejo. Após a assinatura da minuta, que deve acontecer na terça-feira (4), taxistas e transportadores de turistas poderão ingressar com seus veículos na unidade de conservação.

Ficou definido, num primeiro momento, que táxis, vans e ônibus de turismo não poderão mais circular à noite no interior do parque. O transporte dos hóspedes do Hotel das Cataratas será feito por veículos credenciados pelo próprio hotel e, em caso de eventos, somente pelos ônibus da Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A. As medidas visam evitar o atropelamento de animais, mais frequente à noite.

O diretor do PNI, Jorge Pegoraro, informou que “o ICMBio está aberto a discussão”. Segundo o juiz Roni Ferreira, após a assinatura da minuta o debate será entre o Instituto e a comunidade. “Se firmado esse acordo, cessa por completo a atuação do Ministério Público e do Poder Judiciário, exceto em relação à vigilância do que foi acordado”, disse.

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