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Prefeito de Foz está matando a hospedagem e gastronomia

Prefeito de Foz está matando a hospedagem e gastronomia

A continuar os infindáveis lockdowns e restrições impostos pela Prefeitura de Foz do Iguaçu e pelo Governo do Paraná, mais empresas da hotelaria e gastronomia de Foz do Iguaçu estão condenadas a fechar as portas e centenas de trabalhadores perderão o emprego nos próximos meses. Os dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta semana confirmam o alerta do Sindhotéis.

Antes de entrar nos números, é preciso explicar que as atividades de alojamento e alimentação estão enquadradas como “serviços” dentro do Caged, junto com transporte, armazenagem, informação, comunicação, administração pública, saúde, educação etc. Essa junção toda acaba ocultando a verdadeira realidade caótica de alojamento e alimentação.

Mas ao separar alojamento e alimentação das demais atividades da categoria serviços é possível comprovar, tristemente, que estamos no fundo do poço sem perspectivas de melhoras. Em abril, os dois setores amargaram a perda de 389 postos de trabalho. No quadrimestre, já são 851 vagas fechadas considerando as contratações versus demissões.

Em outras palavras, no setor, o mercado formal está derretendo no mesmo ritmo do ano passado. Em 2020, Foz amargou de 4.610 vagas perdidas considerando todas as atividades, sendo 2.816 vagas apenas de alojamento e alimentação (61% do total).

A culpa é de quem?

Esses números estarrecedores e revoltantes parecem não sensibilizar o prefeito Chico Brasileiro e o governador Carlos Massa Ratinho Júnior, que continuam insistindo na mesma estratégia há 15 meses consecutivos. E o pior: não aceitam as alternativas propostas pela categoria, que, aliás, foi uma das primeiras a adotar severas medidas de segurança sanitária.

Os ataques do poder público são específicos à hospedagem e alimentação. Até porque de janeiro a abril de 2021 a indústria, construção civil e comércio contabilizam saldo positivo na balança de geração de empregos em nossa cidade. O segmento de serviços no geral também segue em retomada.

Só queremos trabalhar

“A hospedagem e gastronomia exigem o direito de trabalhar da mesma forma que os demais setores da economia. Não queremos privilégios ou tratamento diferenciado. Pelo contrário, só queremos abrir os estabelecimentos e diminuir os prejuízos acumulados desde o ano passado e estancar a onda de demissões”, reivindica o presidente do Sindhotéis, Neuso Rafagnin.

Veja o gráfico a seguir e tire sua conclusão:

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