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Sindhotéis cobra ação do poder público sobre situação de moradores de rua e impacto no turismo em Foz do Iguaçu

Sindhotéis cobra ação do poder público sobre situação de moradores de rua e impacto no turismo em Foz do Iguaçu

Em audiência pública, entidade alerta para a degradação da imagem do destino e pede plano municipal com ações concretas para enfrentar o problema que afeta a segurança e a hospitalidade da cidade

O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Foz do Iguaçu (Sindhotéis) manifestou profunda preocupação com o crescente número de pessoas em situação de rua na cidade e os impactos negativos no turismo, principal ativo econômico da região. Em audiência pública realizada na Câmara de Vereadores na noite de quinta-feira (23), proposto pelo vereador Adriano Rorato (PL), o superintendente executivo do Sindhotéis, Júlio Cesar Gomes de Oliveira, em nome do setor, cobrou uma ação imediata e estruturada do poder público para lidar com o que classificou como um “grave problema social, urbano, sanitário e econômico”.

Em seu pronunciamento, o superintendente destacou a contradição entre a imagem de Foz do Iguaçu como um destino de referência mundial em hospitalidade e a realidade alarmante de abandono e degradação humana vista nas ruas e praças. “Não há turismo forte em cidade fraca”, afirmou a entidade, ressaltando que a percepção de insegurança e desordem urbana ameaça a reputação construída ao longo de décadas.

O representante do Sindhotéis fez uma distinção clara entre pessoas em vulnerabilidade temporária, que necessitam de acolhimento e oportunidades de reinserção, e indivíduos que, segundo a entidade, recusam ajuda e adotam comportamentos antissociais, muitas vezes ligados à dependência química e à prática de pequenos delitos para sustentar o vício. Para o primeiro grupo, o sindicato defende uma mão estendida; para o segundo, pede uma ação firme e coordenada, incluindo a recondução à cidade de origem, tratamento especializado e programas de inserção laboral supervisionada.

“A omissão não é compaixão — é cumplicidade”, declarou o representante do sindicato, alertando que a inércia do poder público condena tanto quem vive nas ruas quanto quem depende da vitalidade da cidade para trabalhar e gerar renda. A entidade fez um apelo para a criação de um plano municipal estruturado, com metas, orçamento e fiscalização, e se colocou à disposição para colaborar com ideias, parcerias e oportunidades de trabalho.

O comunicado encerra com um alerta contundente: “O tempo da omissão acabou. Agora é o tempo da responsabilidade, da coragem e da reconstrução da dignidade — das pessoas e da cidade”.

 

Assessoria de Imprensa Sindhotéis /Foto: Enzo Rizzi.

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