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Por que é tão importante viajar e quais são as lições trazidas pelo turismo?

Por que é tão importante viajar e quais são as lições trazidas pelo turismo?

Confira o primeiro texto da série do MTur sobre o Dia Nacional do Turismo. No “abre alas”, a importância de viajar pelo olhar de quem viaja e de quem faz a viagem acontecer

Você tem 5.568 motivos para celebrar o Dia Nacional do Turismo, comemorado nesta segunda-feira (08.05), afinal são 5.568 municípios brasileiros que estão esperando você, viajante, para serem desbravados. Fazer turismo pelo país é imergir no “puro suco de brasilidade” e vivenciar de perto as riquezas culturais, naturais, gastronômicas e sociais que só o solo verde e amarelo tem.

Além de conhecer toda essa diversidade, você ainda vai ter um bônus ao fazer turismo: vai viver uma mudança dentro de si mesmo(a), vai melhorar sua saúde física e mental, vai renovar suas energias, vai conhecer diferentes histórias e perspectivas, vai fazer amigos e vai deixar um dinheirinho nas cidades, beneficiando empresas e trabalhadores locais. Só vantagens, né?

A gente sabe que você tem certeza de que viajar pelo Brasil é bom demais, mas, se está restando alguma dúvida, a agência de Notícias do Turismo vai resolver o problema. Conversamos com quem mais entende do assunto – viajantes e guia de turismo – e eles trouxeram a perspectiva de quem vive o turismo.

Prepare-se, os depoimentos são uma verdadeiro “ode” ao turismo nacional e corre o risco de você terminar a leitura e parar tudo o que está fazendo para já programar a sua próxima viagem por esse gigante que sabe ganhar o nosso coração. Vem com a gente:

OS VIAJANTES – Lucas Guimarães, 35 anos, mineiro e professor. Bárbara Lins, 37 anos, brasiliense e jornalista. O que os dois tem em comum? a paixão pelo Brasil. Lucas, viajante de carteirinha, tinha a meta de visitar os 26 estados e o Distrito Federal. Conseguiu e, além de percorrer as 26 capitais brasileiras e Brasília, foi além e conheceu outros destinos turísticos do Brasil.

Bárbara, apaixonada pela diversidade do “BR”, já conheceu muitos países, mas diz que nada se compara ao solo nacional. É que aqui a beleza natural e o acolhimento do povo brasileiro são tão grandes que ela quer conhecer o país de ponta a ponta (e está quase completando essa missão: faltam apenas os estados do Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará e Acre).

MENOS BUROCRACIA, MAIS EXPERIÊNCIAS – Para completar a lista, Bárbara conta com uma das vantagens que o Brasil tem para os brasileiros: menos “burocracia” na hora de viajar. Idioma, clima, documentação, informação… lembre-se: o país é a sua casa e isso facilita na hora de se locomover. Tanto Bárbara quanto Lucas concordam que é mais fácil viajar pelo país no sentido logístico.

Tiramos a burocracia e adicionamos mais experiências. No Brasil, você vai de um bioma a outro em algumas horas e contempla uma gama de atrativos. “Aqui a gente tem cachoeira, praia, montanha, destinos com cara de deserto, como o Jalapão (TO), cascatas. Não tem nenhum país que se compare à diversidade do Brasil”, ressalta Bárbara.

“SÃO BRASIS DENTRO DE UM BRASIL” – A diversidade é realmente um dos atrativos mais singulares do país, seja pela parte natural ou pela parte cultural. É o que explica Lucas: “A gente tem ‘Brasis dentro de um Brasil’ e não podemos desperdiçar esse potencial. São pessoas com vivências diferentes que vão transmitir a você esse conhecimento, são formas diferentes de se viver e de encarar a vida. Eu vi muita coisa distinta em um mesmo país e percebo o quão plural a nação é”.

Para se ter uma ideia da riqueza dessas experiências vividas pelo professor, ele recomenda que os viajantes façam uma viagem de barco de passageiros (não apenas o barco de turistas) no rio Amazonas. “Você pega uma rede, estende no galpão do barco e fica ali, contemplando a natureza e ouvindo as histórias das pessoas da região. Não tem nada igual”, destaca. “Ou então escolha viajar de ônibus e imergir no trajeto e não apenas no destino. Vai ser uma experiência marcante”, finaliza.

“VOCÊ NUNCA SAI ILESO DE UMA VIAGEM” – De fato, as experiencias marcantes vão ficar para sempre na memória dos viajantes e o turismo vai te transformar para melhor. O que mais marcou a jornalista Bárbara em suas viagens pelo país foi o choque entre as culturas: “Eu vivo em uma grande cidade, que é Brasília, e viajar me faz entender a realidade do outro e perceber a riqueza dos saberes que existe no Brasil e que são transmitidos”.

Até porque, turismo para ela é descoberta. Prova disso é que as experiências da jornalista viraram um site, o Descobertas Bárbaras, onde ela traz esse olhar de adquirir vivência por meio de um novo aprendizado. “Você nunca sai ileso de uma viagem. Você sempre volta para casa com alguma coisa e fica melhor com isso. É uma construção maior e a gente sempre ganha muito internamente”, esclarece.

A jornalista explica que quando você vê o outro(a) e percebe o que é diferente nele(a) você se entende melhor, consegue ver realidades totalmente diferentes da sua e isso possibilita, inclusive, o poder de escolher como você quer viver a vida.

ECONOMIA QUE GIRA – Além de toda essa experiência imersiva para dentro, viajar pelo Brasil é apoiar emprego e renda no setor. O guia de turismo em Ilhéus (BA), Wallace Pereira, é prova disso. O profissional da Fragoso Tour atua no setor há 10 anos e é um apaixonado pelo que faz: “A pessoa vem passear com a gente e leva muito ‘axé’ consigo, porque aqui a gente vai trazer energia positiva e alegria”, ressalta.

Wallace decidiu atuar no turismo exatamente pela positividade que ele traz na vida das pessoas, além de poder transmitir a cultura de sua cidade, tão enraizada em sua família, e mostrar a geografia da região. “Eu fico muito feliz quando percebo que as pessoas chegam aqui estressadas, cansadas, mas saem revigoradas e agradecendo pelo nosso trabalho. É gratificante para mim”, ressalta o guia.

A troca de vivências proporcionada pelo turismo não beneficia só o interior dos viajantes, mas também os profissionais do setor: “Trabalhar com turismo é também quebrar preconceitos, pois às vezes temos uma visão das pessoas que moram em outras regiões e elas chegam aqui trazendo o melhor de si mesmas, o melhor de sua cultura, de seus costumes. A gente sai apertando as mãos e fazendo amigos”, finaliza.

Por Nayara Oliveira/ ASCOM/Foto: divulgação pessoal Instagram

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